sexta-feira, 7 de julho de 2017

DISLEXIA: ENTENDENDO UM POUCO SOBRE ESTE TRANSTORNO.

O QUE É DISLEXIA ?    

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        DIS – distúrbio.
        LEXIA – (do latim) leitura; (do      grego) linguagem
DISLEXIA – dificuldade na leitura e na escrita.
              
“ A dislexia do desenvolvimento é considerada um transtorno específico de aprendizagem de origem neurobiológica.As dificuldades causadas normalmente resultam de um déficit no componente fonológico da linguagem que são inesperadas em relação a idade e outras habilidades cognitivas.  ”
(Definição adotada pela IDA- Internacional Dyslexia  Association, em 2002.)
 
Sendo assim, definida como transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração.   
Pesquisas realizadas em diversos países revelam que quase 4% da população mundial é disléxica.

Tipos de Dislexia

Adquirida – causada por lesão cerebral
 Evolutiva  ou em desenvolvimento – está presente desde o inicio da aprendizagem da leitura.

Subtipos

Disfonética – É a mais comum, tem como característica principal  a dificuldade de integração letra-som.
 Deseidética – Caracteriza-se pela dificuldade de descodificação de sons associados a letras.
 Visual – Deficiência na percepção visual
Auditiva – Deficiência na percepção auditiva
Mista –  combinação de mais de um tipo de dislexia.


Sintomas 
Pré-escola

 Dispersão;
 Histórico familiar ;
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 Fraco desenvolvimento da atenção;
 Atraso  do desenvolvimento da linguagem;
 Dificuldade com quebra-cabeças;
 Falta de interesse por livros impressos;

Idade Escolar

  Dificuldade na aquisição e automação da leitura e
da escrita;
  Pobre conhecimento de rima e aliteração;
  Desatenção e dispersão
 Desorganização geral;
 Confusão para nomear esquerda e direita;
   Vocabulário pobre, com sentenças curtas e 
imaturas ou sentenças longas e vagas. 

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É importante ressaltar que a criança disléxica, tem o desenvolvimento intelectual adequado para seu processo .

   

   Sintomas que, quando persistentes e combinados, podem levar à suspeita de dislexia  são:
LEITURA:

· Muitos erros na leitura em voz alta
·Leitura de letras, sílabas ou palavras é muito custosa.
·  A criança se corrige freqüentemente
·  O texto lido não é compreendido

ESCRITA:

·         Resistência e aversão à leitura
·         Evita a leitura
·         Muitos erros quando copia um texto
·         Muitos erros quando escreve livremente
·         Troca letras visualmente semelhantes (b/d )
·         Troca letras foneticamente semelhantes (m/n; t/d )
·         Deixa de escrever partes de palavras
·         Inverte a ordem das letras nas palavras
·         Textos ilegíveis
·          postura contraída, com excesso de tensão muscular ao escrever
·         dificuldade em respeitar as margens ao escrever

COMPORTAMENTO

·         Medo de ir à escola
·         Baixa auto-estima
·         Enurese (perda do controle da bexiga )
·         agressividade
·         pouca motivação
·         dificuldade de concentração
·         comportamento de chamar a atenção ( “engraçadinho”)
·         hiperatividade
·         queixas psicossomáticas (dor de barriga, ânsia de vômito, etc)


Diagnóstico Inicial

É geralmente feito por professores que estão acompanhando a criança nas fases pré- escolar.

Diagnóstico Definitivo

 Depende da avaliação de vários profissionais, como: psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos e neurologista.
 O diagnóstico deve ser significativo tanto para os pais e educadores quanto para  a criança.

Tratamento

 Depois de diagnosticar é preciso mapear as dificuldades da criança, a fim de fazer intervenções especificas que possam ajudar a diminuir a dificuldade da mesma.


O papel da escola
 

Buscar identificar crianças propensas a dislexia.

O professor deve estimular as habilidades das crianças a prestarem atenção aos sons de forma seletiva.

Desenvolver a capacidade de analisar as palavras em sílabas.

A escola deve adaptar - se para atender da melhor forma possível a criança disléxica.



Papel do professor


Esclarecer ou simplificar instruções escritas.

 Oferecer ao aluno ajuda com suas anotações.

Enfatizar revisão diária.

Proporcionar atividades práticas adicionais.

 Evitar dizer que a criança é preguiçosa, lenta ou a comparar com os outros alunos.

 Estimula e fazer com que acredite na sua capacidade e no seu potencial.

Usar  estratégias que ajudem, como letras de varias texturas, material dourado, uso de gravuras e fotografias, relógio digital, gravador.


Atividades de Intervenção  para realizar em sala de aula.

Algumas atividades que o professor pode estar realizando em sala de aula para melhorar o desempenho do aluno com dislexia.








Neste sites abaixo, pode-se encontra mais algumas atividades para trabalhar em sala de aula :


Papel da família


Auxiliar a criança disléxica em casa com suas atividades.


Procurar fazer atividades que ajudem com a concentração.

 Estimule sua autoconfiança e sua autoestima.

Incentive  atividades ao ar livre .








CURIOSIDADE 



Referências

Associação Brasileira de Dislexia,Tudo sobre dislexia. Disponível em http://www.dislexia.org.br/o-que-e-dislexia/

Dislexia: o que todos precisam saber-por Elisabete Castelon Konkiewitz 



 Lara Hortência da Cruz Barros
Graduanda do Curso Licenciatura em Pedagogia-UFPI. 4º Período

Desafios de se educar em uma sociedade interconectada



O modelo educacional que ainda vigora na prática docente de alguns professores funcionou bem para os parâmetros da Era Industrial, com suas salas de aulas organizadas por faixa etária e nível de conhecimento, rigidez e principalmente caracterizada pelo professor reconhecido como o detentor da informação e responsável pela transmissão dos conteúdos.
Atualmente com o avanço acelerado da tecnologia o acesso à informação tem sido facilitado. Trazendo para a educação Moran (2010) cita que “A aquisição da informação, dos dados, dependerá cada vez menos do professor” com essa afirmação fica claro que o papel do professor aumenta, visto que ele passa a ser o mediador entre o conhecimento e o aluno. Ou seja, o professor será responsável por filtrar as informações que realmente importam para o desenvolvimento do aluno.
Com essa “nova função” para o professor deve se pensar em um novo modelo de escola, na qual não basta garantir uma boa infraestrutura tanto na questão do espaço escolar quanto nos equipamentos contidos nesse espaço. O aspecto mais importante será a “atualização” dos professores em relação ao saber e aos alunos, de tal modo a se desenvolver competências necessárias à resolução de problemas do mundo real, usando a criatividade para fazer um paralelo entre o ensino e a vida cotidiana do aluno.
Em relação ao computador inserido como ferramenta na educação Kenski (2003) cita que “a opção pelo ensino com o computador (...) exige alterações significativas em toda a lógica que orienta o ensino e a ação docente em qualquer nível de escolaridade (...) o ponto fundamental da nova lógica de ensinar (...) é a redefinição do papel do professor”. Ou seja, não  é somente comprar os computadores e os utilizarem a luz das já engessadas metodologias, mas, sim renovar sua pratica docente a fim de ter maior coerência com as novas ferramentas utilizadas.





REFERÊNCIAS 
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, São Paulo: Papirus, 2003.
MORAN, Jose Manuel. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica/ Jose Manuel Moran, Marcos T. Masseto, Marilda Aparecida Behrens, - Campinas, SP: Papiros, 2010.


Cleferson Dannylo Nascimento dos Santos 
Graduando do Curso Licenciatura em Pedagogia-UFPI. 4º Período

Uma nota sobre a Contação de história


       Conforme embasamento dos conteúdos expostos em sala de aula, a disciplina me proporcionou a expandir meus horizontes em conhecimentos para além das especificidades técnicas do ensino. Me fez agregar uma transversalidade de ideias e valores do conhecimento junto à realidade cotidiana no universo de diversidades a que são encontradas em meio a um mundo de construções que se dão, diante as circunstâncias e a medida que a evolução humana se constitui.
     Então é um paralelo de aversões que ultrapassam a história ao longo de sua construção. E vai se conferindo um novo homem, quebrando paradigmas, vencendo preconceitos, alcançando novos espaços, fazendo conquistas e direitos se fazerem compridos, que antes eram consumidos por uma verdade indubitável. Vai-se desvelando a luz no véu da ignorância , em consonância com a criticidade do pensamento reflexivo acerca dos fatos e atitudes adotados pelo homem ao logo de sua construção histórica.
    Por isso dentro destas perspectivas de sujeito construtor de si mesmo em meio as orientações e condicionamento do conhecimento, sendo a medida que mudei alguns pensamentos retrógados e constitui novos dentro do pensamento reflexivo do agir e do pensar.

    Então a disciplina de Recursos Didáticos e Tecnológicos dentro das varias atividades proporcionadas pela professora, a Contação de Histórias, me abriu os horizontes na perspectiva da imaginação, fazendo com que se revelassem talentos escondidos dentro da sala de aula, e abrindo caminhos para novas formas de ensinar através do lúdico, o que é de suma importância para o desenvolvimento da criança, pois aprender brincando, se divertindo, soltando o corpo e a imaginação, fazem do aprender uma atividade muito mais prazerosa.

                                                                                                            

















                                                                                                          Francisca Edna da Silva
                                     Acadêmica do Curso de Licenciatura em Pedagogia - 4° período - UFPI.

SOCIEDADE TECNOLÓGICA: TECNOLOGIA, TÉCNICAS E EQUIPAMENTOS



Com o passar dos anos, os avanços em nossa sociedade são crescentes e decorrentes da necessidade do homem em criar novas ferramentas que facilitem a realização de atividades cotidianas. Atualmente vivemos em sociedade dominada por tecnologias, que a cada dia se inovam e se mostram competentes em sua execução. 

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Com a constante inserção dessas tecnologias em nosso cotidiano, verificamos que algumas pessoas sentem dificuldades em acompanhar essas inovações, de tal forma que muitas delas temem que essas tecnologias possam substituir o homem e dominar a raça humana. Essas influências também se dão pelos filmes de ficção cientifica, que em grande parte retratam robôs dotados de inteligência em alto grau, tal como o Robocop, que traz em seu enredo um “futuro” onde drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora. 

Fonte: Google imagens

Diante disso, há uma tendência de limitar o conceito de tecnologia, se apropriando da ideia errada de tecnologia aliada a equipamentos eletrônicos, sendo que em seu conceito mais amplo tecnologia se constitui como um conjunto de conhecimentos e princípios que se aplicam ao planejamento, construção e utilização de equipamentos para determinadas atividades. Além disso, as tecnologias estão nos pequenos equipamentos que facilitam nossa vida cotidiana, tais como caneta, caderno, controle remoto, calculadora, computadores, smartphones, entre outros, equipamentos estes que foram criados mediante de pesquisa e planejamento. Para a criação desses equipamentos, os homens utilizaram de técnica, que são as maneiras, habilidades ou jeitos de lidar com as tecnologias.

No que se refere às novas tecnologias, que nos dias atuais invadem e fazem parte de nosso cotidiano, elas se inserem no contexto dos processos e produtos que possuem relação com conhecimentos oriundos dos campos da eletrônica, micro técnica e telecomunicações. Essas tecnologias estão em constante inovação, possuem base imaterial e atuam em um espaço virtual, utilizando como instrumento a informação.

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Assim, constatamos que as tecnologias fazem parte de nosso cotidiano, seja através de elementos comuns ou de aparatos eletrônicos, e que possuem como principal característica o fato de trazer facilidades para nossas vidas. Com isso, é necessário que a escola se adapte e quebre com os antigos paradigmas de ensino, propondo um ensino inovador com ênfase nas novas tecnologias, que quando usadas de maneira correta podem trazer grandes proveitos e avanços para o ensino e aprendizagem. Como essas novas tecnologias fazem parte da vida dos alunos, ela pode ser utilizada como recurso para despertar a motivação e atrair os alunos. Para isso, o professor deverá buscar novas formas de aprender e de ensinar, se adaptando e orientando a utilização dessas novas tecnologias, além de trazer recursos tecnológicos que abrangem as mesmas e que são condizentes com a realidade social de seus alunos, tais como vídeos, filmes, pesquisas através da internet, entre outros. 

Fonte: Google imagens
                                                                             



Indico como fonte de pesquisa para os quais desejarem encontrar mais informações sobre os impactos da tecnologia na escola o site:





Este vídeo traz boas experiências com a utilização de recursos tecnológicos em sala de aula: 

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=U56apjVYR9w




REFERÊNCIAS:


KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Editora Papirus. 2012



Thaís de Carvalho Oliveira.
Acadêmica do Curso de Licenciatura em Pedagogia - 4° período - UFPI.

Viajando pela imaginação


Que importância tem a história para uma criança? A “historinha” tem alguma importância na vida das crianças? É um caso a se pensar... como uma história pode mudar os conceitos de uma criança?
Segundo Bettelheim (2011), os contos de fadas e as histórias infantis, causam um grande impacto no público infantil, porque este se identifica com os personagens, nos seus medos, desejos, anseios e superações. Através deles, as crianças percebem a existência do bem e do mal, de que as dificuldades da vida são inerentes ao ser humano, mas que é preciso tomar uma posição de coragem diante delas para que se possa vence-las.
Você deve estar se perguntando: os contos de fadas e histórias infantis fazem tudo isso? A resposta é: SIIM!!!  É através das histórias que a criança se identifica como um ser pertencente do mundo que a rodeia.
Portanto, é de vital importância que pais, professores, profissionais da educação se atentem para a contação de histórias, que é um recurso didático valiosíssimo no processo de formação de crianças leitoras.  Quando gera-se uma criança leitora, tem-se um bom leitor a vida inteira.
Segundo o site g1: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2012/03/numero-de-leitores-caiu-91-no-pais-em-quatro-anos-segundo-pesquisa.html o número de leitores brasileiros tem caído drasticamente nos últimos anos.  O site traz dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, revelou que o número de 95, 6 milhões de leitores registrado em 2007, caiu para 88, 2 milhões em 2012, e isso deve-se ao fato de as pessoas trocarem os livros pela TV ou pela internet. Segundo a mesma pesquisa a percentagem de pessoas que leem por prazer varia entre 40% e 47%, os outro leem apenas por obrigação escolar ou profissional.





Mas o que aconteceu? Porque as pessoas trocaram o livro pela TV e internet?

Em primeiro lugar, não há exemplo nos espaços sociais. Já diz o ditado: “a palavra convence, mas o testemunho arrasta.” Se a criança não se depara com pais leitores ou com uma escola que o incentive a ler, ela não irá encontrar motivação para tal.  Outro problema é que com o advento das novas tecnologias, os pais estão cada vez mais sem tempo e a internet e TV tornaram meios rápidos e práticos para entreter as crianças. Consequência disto: crescem adultos alienados, imaturos e que não pensam sobre si e sobre o mundo, pois não aprenderam a ter criticidade.
É necessário que além do incentivo dos pais a própria escola desenvolva projetos que incentivem a leitura dos seus alunos, a contação de histórias é um ótimo método. Ao invés de contar a história “limpa e seca”, porque não criar um cenário? Porque não fazer uma caixa mágica onde a própria criança possa se transportar para a história e criar um novo final? Os professores podem e devem abusar da sua criatividade para interpretar os personagens, pode dispor também de elementos lúdicos como ursinhos, fantoches, instrumentos musicais, para prender a atenção do público. Veja só os exemplos abaixo:



                         

    
                                            

                                            

Viu só que legal?  Quantas ideias! Vamos juntos com os nossos pequenos dar asas a imaginação? Eu garanto: você não vai se arrepender!!!
Adna Lusane Nunes Ferreira.

REFERÊNCIAS:

BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos contos de fadas. 21 º ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

Fotos: FERREIRA, 2017.



quinta-feira, 6 de julho de 2017

O USO ADEQUADO DA VOZ COMO RECURSO DIDÁTICO NA EDUCAÇÃO

A voz é considerada um dos mais eficazes meios de interação humana e é uma das principais ferramentas de trabalho dos professores.
Nossa voz, além de explicitar nossas ideias em palavras e frases, também revela impressões e intenções pessoais, a partir do timbre, volume e modo de emissão.
Você conhece seu aparelho fonador? Sabia que para a produção de sons que emitimos precisamos dos nossos órgãos respiratórios que produzem a corrente de ar necessária à fonação. Pois, muito ar resulta muito vibração e menos ar é menos vibração, contudo a respiração é a base para uma boa voz.
Mas,você caro leitor já se viu em situações em que a voz já ''falhou''? Conhece alguém que abandonou a profissão por conta da voz?. Se você se familiarizou com essas questões, isso coloca em risco a qualidade vocal e a sua atuação profissional.
                           
A rotina diária de trabalho, de seis a oito horas falando sem parar, pode causar problemas que precisam ser levados em consideração, como calos nas cordas vocais, perda da intensidade da voz, rouquidão, ensurdecimento, cansaço e fadiga, etc.  Aprender as técnicas vocais adequadas é importante, pois segundo especialistas, uma prática vocal correta não prejudica a voz, pelo contrário, torna os músculos do aparelho vocal mais fortalecidos.
Com base nisso, Seguem algumas dicas de cuidados orientadas pelo Jackson, estudante do Curso de Música-UFPI, fáceis de aplicar no dia a dia e que podem, inclusive, serem inseridos nas atividades com os alunos, promovendo maior interação e respeito à profissão docente.
  • Oficina Realizada por Jackson, sobre o uso adequado da voz na Disciplina de Recursos Didáticos e Tecnológicos.

Foto: HORTÊNCIA, 2017

''Existe três tipos de respiração''
  1. Abdominal;
  2. Diafragmática;
  3. Intercostal Diafragmática (considerada a essencial).  


Foto: HORTÊNCIA, 2017

''Mãos abaixo do peito, respire! Sinta o movimento do diafragma...''
                         
Foto: HORTÊNCIA, 2017

''Abaixe os abraços até onde conseguir,
em seguida, respire, sentido o diafragma...''
*OBS: Os exercícios são de primeira percepção de como o corpo está sendo preparado, portanto devem ser realizados de modos alternados com tempos de 3min a 5min por dia. 


  • Preparando o Corpo e a Voz
    • Aquecimento Corporal
    • Aquecimento Vocal
    • Rotina de Vocalizações
    • Diccão
    • Técnica Vocal
    • Projeção Vocal
    • Desaquecimento Vocal                                                                                  

               '' São técnicas que recuperam, fortalecem e mantém   a                                                           voz em harmonia com a fala.''


Foto: HORTÊNCIA, 2017

'' Técnica do huummm''  Abra a boca, eleve parte da língua até o céu da boca e deixe o som sair nasal, movimento o diafragma ( movimento involuntário).  Serve para melhorar o tom da voz, sem precisar se desgastar com gritos em sala.
  • ''Técnica do Cachorro com sede'' 
Coloque a língua para fora (como se tivesse bem cansado/a) flexione a coluna para baixo, e respire sentido o diafragma.
  • ''Técnica do Cachorro latindo''
Faça ruídos com a voz assim como um cachorro ''aun aun aun'' de modo lento, sem forçar a garganta, e ao mesmo tempo respirando profundamente.

  • ''Técnica do Enchimento de Pneu''
Faça de conta de que esteja com uma bomba na mãos,  e com os braços flexionados faça o movimento de cima para baixo, fazendo com a boca'' shiiiii'' inicie lento, aumente o ritmo e vai alternando conforme seu ritmo.  


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Durante a atividade vocal, deve-se beber alguns goles de água para umidificar a garganta (a água não passa pelas pregas vocais). Como é preciso evitar choque térmico, a água ingerida durante as atividades deve estar em temperatura ambiente.
  • Em vista do que foi apresentado, vale ressaltar a importância das realizações dessas técnicas na rotina de quem usa a voz como um recurso metodológico frequentemente, pois como educadores é preciso sermos e termos vozes. Vozes que cria, vozes que liberta, vozes que desloca, vozes sensíveis a escuta. Que sejamos Vozes e não um Eco.


Ana Marice Lins
Graduanda do Curso Licenciatura em Pedagogia-UFPI. 4º Período.


REFERÊNCIAS
http://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/voz-professor.htm. Acessado em 07/07/2017 ás 22:00hs.

https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi&ei=KfxeWdD2OMbx-AHs8JXABg&ved=0EKouCBYoAQ. Acessado em 07/07/ 2017 ás 22:30hs. 

Compreendendo os mapas conceituais.


Os mapas conceituais são ótimas ferramentas de ensino, que podem ajudar na aprendizagem significativa do aluno, podendo ser utilizado como: estratégia de estudo, estratégia de apresentação de temas curriculares, instrumentos para avaliação de aprendizagem escolar e pesquisas educacionais.



ORIGEM

A teoria dos mapas conceituais foi desenvolvida na década de 70 nos Estados Unidos pelo pesquisador e educador Joseph Novak.

Novak define mapa conceitual como uma ferramenta administrativa, para organizar e representar o conhecimento, de forma geral, sendo basicamente um aperfeiçoamento do conhecido organograma que é gráfico da estrutura hierárquica de uma organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes elementos do grupo e as suas ligações, somente que, bastante, e muito detalhado, com fins de ser utilizado em trabalho.

Tem sua fundamentação na Teoria da Aprendizagem significativa de Ausubel, nesse tipo de aprendizagem o conhecimento prévio serve como base pra a nova informação adquirida ou seja existe uma interação entre os dois conhecimentos em que ambos se modificam.

O QUE É MAPA CONCEITUAL ?

O mapa conceitual nada mais é do que  uma estrutura gráfica que ajuda a organizar ideias, conceitos e informações de modo esquematizado e simplificado, sendo uma ferramenta de estudo e aprendizagem, o conteúdo é classificado e hierarquizado de modo que vai auxiliar na compreensão do individuo que analisa.

Pela norma, os mapas conceituais são construídos a partir de conceitos mais abrangentes até os mais específicos.  


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COMO FAZER MAPA CONCEITUAL.


Para fazer uma mapa conceitual é preciso que o idealizador já tenha um conhecimento sobre o assunto que ira ser abordado , e depois  escolher estruturação que este terá, como “teia de aranha”, ou como um fluxograma, por exemplo, as frases de ligação devem conter verbos conjugados de acordo com o sentido que quer se dar.


MAPA CONCEITUAL HIERARQUIZADO 






 É utilizado quando o individuo procura ter uma melhor visualização sobre a ordem cronológica de um processo ou ideia, assim como classificar os diferentes graus de importância.


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MAPA CONCEITUAL TEIA DE ARANHA 



É muito útil para visualizar a ramificação de ideias ou de  assuntos que possuem uma amplitude maior. Sendo possível assim identificar os  sub-temas presentes em cada tópico e explora-los em diversas camadas.


MAPA CONCEITUAL DE FLUXOGRAMA


Neste tipo de mapa consegui-se ter uma visão geral de todas as alternativas e as suas possíveis consequências, traçando o melhor modo de chegar à conclusão e é utilizado para mostra o passo a passo de  certo procedimento.

Você pode criar um mapa conceitual no Word ou Paint (como mostrado nos videos abaixo) ou utilizando programas especifico para isso como , CampTools que é um dos mais utilizados.





Para os professores os mapas conceituais podem constituir em um poderoso auxilio em tarefas diárias.


Para maior aprofundamento sobre os mapas conceituais acesse os links abaixo :




Referencias 







Lara Hortência da Cruz Barros 
Acadêmica do curso de Licenciatura em Pedagogia-4º período-UFPI



CURRÍCULO E SUA AÇÃO PEDAGÓGICA

    C ultura Ed U ca çã o         R eflex ã o              T  R ansforma çã o            I ntegra çã o             ...